PSICOLOGIA, LIDERANÇA E COMPORTAMENTO NAS ORGANIZAÇÕES - COMPREENDENDO AS DIFERENÇAS
No caso da "Arte em Madeira", o estágio inicial de formação de grupo é identificável pela presença de entusiasmo e ideias abundantes, mas ainda não consolidadas. Robbins, Judge e Sobral destacam que neste estágio, os membros do grupo estão em fase de familiarização e aprendizado sobre como trabalhar efetivamente como uma equipe alinhada. Isso é evidente na descrição da empresa, onde os artesãos compartilham uma visão comum, porém divergem em suas abordagens para projetos e interações com os clientes, resultando em conflitos e frustrações internas.
O avanço da "Arte em
Madeira" do estágio de tormenta para o estágio de normatização é
perceptível quando a equipe supera suas diferenças e estabelece um conjunto
comum de valores e normas de trabalho. Robbins, Judge e Sobral apontam que no
estágio de normatização, os grupos definem processos mais claros, estabelecem
padrões de qualidade e aprimoram os protocolos de comunicação. Esse progresso é
evidente na descrição do caso, onde a equipe estabelece normas de trabalho,
padrões de qualidade e melhora a comunicação interna, consolidando sua dinâmica
de trabalho. A empresa pode ser classificada como um grupo primário, pois os
membros compartilham uma conexão pessoal e emocional com a empresa e sua
missão. Quanto à formalidade, inicialmente, o grupo pode ser considerado
informal, mas à medida que estabelecem normas de trabalho e processos mais
claros, a formalidade aumenta. Em relação à homogeneidade, o grupo pode ser
heterogêneo em termos de habilidades e experiências individuais.
Com um cenário rico em
dinâmico de envolvimento dos grupos, o estágio inicial, o entusiasmo e a
diversidade de ideias refletem a formação de um processo de aprendizado e
integração. Conflitos internos são comuns, característicos da fase de tormenta,
mas à medida que a equipe desenvolve normas de trabalho e padrões de qualidade,
avançam para o estágio de normatização. Quanto à classificação de Bowditch e
Buono, o grupo é primário e tende a se tornar mais formal e homogêneo com o
tempo, mantendo sua natureza altamente interativa.
REFERENCIAS
BOWDITCH, James L.; BUONO, Anthony F.; LAMENDORF, José Henrique.
Elementos de comportamento organizacional. In: Elementos de
comportamento organizacional. 1997. p. 305-305.
JUDGE, Timothy; ROBBINS, Stephen P.; SOBRAL, Filipe. Comportamiento
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ROBBINS, Stephen P. JUDGE; TA; SOBRAL, F. Comportamento
organizacional, v. 14, 2010.
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